Orientações para com o aluno surdo
- É preciso que haja ACEITAÇÃO do
professor e de toda a instituição de ensino.
- Ajudar o aluno surdo a pensar, a
raciocinar.
- Não superproteger o aluno,
trata-lo igual a qualquer aluno.
- Não ficar de costas nem de lado
para o aluno quando estiver falando.
- Preparar os colegas para
recebe-lo naturalmente.
- Ao falar, dirigir-se diretamente
ao aluno surdo, usando frases curtas, porém com estruturas completas e com o
apoio da escrita.
- Falar com o aluno mais
pausadamente, porém sem excesso e sem escandir as sílabas.
- Chamar sua atenção por meio de um
gesto convencional ou de um sinal.
- Utilizar todos os recursos que
facilitem sua compreensão.
- Utilizar a língua escrita e se
possível a língua brasileira de sinais LIBRAS.
- Estimular o aluno a interagir e
se necessário utilizar interprete.
Essas orientações são um norte para que haja não somente a
inserção, mas o início de uma inclusão verdadeira.
O ponto mais importante e essencial que podemos frisar
nessas orientações é o número 1, pois se não houver a aceitação de toda a
instituição de ensino e principalmente dos professores, não haverá a INCLUSÃO.
Os professores são a peça fundamental para o ensino/aprendizagem dos alunos
surdos, por isso é preciso que eles estejam sempre se atualizando, procurando
novos métodos e atividades que consiga incluir todos os alunos. O professor é
inspiração para que os alunos ouvintes também possam incluir os surdos, ele é o
responsável por transformar o ambiente escolar que em sua maioria, infelizmente
é excludente, em inclusivo.
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